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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

U2 – A BANDA QUE COLOCOU A IRLANDA NO MAPA MUSICAL - PARTE 5


Olá galera que curte o blog Opinião do Veío! Estou aqui na quinta e última parte da carreira do U2, para comentar sobre as bandas que influenciaram o estilo e a vontade dos integrantes de serem reconhecidos e admirados no mundo musical. Comentarei também sobre as campanhas ativistas que a banda apoia e sustenta, assim como o legado que este grupo deixará para as futuras gerações, e de bônus, as apresentações que eles realizaram no Brasil.


Influências

A banda cita como influências, as bandas The Who, The Clash, Television, Ramones, The Beatles, Joy Division, Siouxsie And The Banshees, o cantor Elvis Presley e a cantora Patti Smith como influências. Van Morrison foi citado por Bono como uma influência e sua influência sobre o U2 é apontado no Rock And Roll Hall Of Fame.

Já músicos e bandas como Coldplay, Snow Patrol, The Fray, OneRepublic, The Academy Is..., The Killers, 30 Seconds To Mars, Switchfoot, Sanctus Real, Your Vegas, e Angels And Airwaves, citam o U2 como influência.
A banda também trabalhou e/ou tinha relações influentes com artistas como Johnny Cash, Green Day, Leonard Cohen, Bruce Springsteen, B. B. King, Lou Reed, Luciano Pavarotti, Bob Dylan, Elvis Costello, Wim Wenders, R.E.M., Salman Rushdie e Anton Corbijn.

Campanhas e ativismo

Desde o início da década de 1980, os membros do U2, como uma banda e individualmente, têm colaborado com outros músicos, artistas, celebridades e políticos para tratar de questões relativas à pobreza, doença e injustiça social. Em 1984, Bono e Adam Clayton participaram do Band Aid, com intuito de arrecadar dinheiro para a fome na Etiópia em 1984-1985. Esta iniciativa produziu um single de sucesso, "Do They Know It's Christmas?", que seria a primeira entre várias colaborações entre o U2 e Bob Geldof. Em julho de 1985, a banda tocou no Live Aid, um acompanhamento aos esforços do Band Aid. Bono e sua esposa, Ali, a convite da World Vision, mais tarde, visitou a Etiópia, onde testemunhou a fome em primeira mão. Bono diria mais tarde que estabeleceu as bases para sua campanha da África e alguns de seus compositores.


Em 1986, o grupo participou da turnê A Conspiracy of Hope com apoio sobre a Anistia Internacional e no Self Aid para o desemprego na Irlanda. No mesmo ano, Bono e Ali Hewson também visitaram a Nicarágua e El Salvador, a convite do Movimento Santuário, e viu os efeitos da Guerra Civil de El Salvador. Estes eventos de 1986 influenciaram grandemente o álbum The Joshua Tree, que estava sendo gravado no momento.


 Em 1992, a banda participou do concerto Stop Sellafield com o Greenpeace durante a turnê Zoo TV. Os eventos em Sarajevo durante a Guerra da Bósnia, inspirou a música "Miss Sarajevo", que estreou em setembro de 1995 com Pavarotti e amigos em show, e que, Bono e The Edge realizaram pelo War Child. Uma promessa feita em 1993 foi mantida quando a banda tocou em Sarajevo como parte da turnê Popmart, em 1997. Em 1998, eles tocaram em Belfast, dias antes da votação sobre o Acordo da Sexta-Feira Santa, trazendo os líderes políticos da Irlanda do Norte, como David Trimble e John Hume ao palco, para promover o acordo. Mais tarde naquele ano, todos os rendimentos a partir do lançamento do single "Sweetest Thing", seria no sentido de apoiar o Projeto Internacional Infantil de Chernobyl.


Em 2001, a banda dedicou "Walk On" para a líder pró-democrática birmanesa Aung San Suu Kyi. No final de 2003, Bono e The Edge participaram do HIV/AIDS na África do Sul, na série de concertos 46664, hospedado por Nelson Mandela. A banda tocou em 2005 no concerto do Live 8 em Londres. A banda e Paul McGuinness foram premiados com a Anistia Internacional com o Prêmio Embaixador da Consciência para o seu trabalho na promoção dos direitos humanos. Desde 2000, Bono inclui a campanha Jubilee 2000 com Bob Geldorf, Muhammad Ali e outros para promover a anulação da dívida de terceiro mundo durante o Grande Jubileu. Em janeiro de 2002, Bono co-fundou a ONG multinacional, DATA, com o objetivo de melhorar o estado social, político e financeiro da África. Ele continuou suas campanhas para a dívida e o alívio do HIV/AIDS em junho de 2002, fazendo visitas de alto nível para a África.


A Product Red, uma marca com fins lucrativos para arrecadar fundos para o Fundo Global, foi fundada, em parte, por Bono. A ONE, originalmente em contrapartida ao Make Poverty History, foi moldada por seus esforços e visão. No final de 2005, após o Furacão Katrina e o Furacão Rita, The Edge ajudou a introduzir o Music Rising, uma iniciativa para levantar fundos para os músicos que perderam seus instrumentos musicais na tempestade na parte que banha a Costa do Golfo. Em 2006, o U2 colaborou com a banda pop punk Green Day para gravar um remake da canção "The Saints Are Coming", da banda escocesa The Skids, para beneficiar o Music Rising.

 O U2 e o ativismo social de Bono não ficaram sem críticas, no entanto. Vários autores e ativistas que publicam em revistas politicamente esquerdistas, como a CounterPunch, criticaram o apoio de Bono às figuras políticas, como Paul Wolfowitz, bem como o seu "paternalismo essencial". Outras fontes de notícias em geral, têm questionado mais a eficácia da campanha de Bono para aliviar a dívida e prestar assistência a África. Ativistas de impostos e desenvolvimentos também criticaram a mudança da banda da Irlanda para a Holanda com o intuito de reduzir a sua dívida fiscal.


Em novembro de 2014, Bono participou do vocal da canção "Do They Know It's Christmas?" do Band Aid 30 Anos, junto com vários músicos, como o vocalista da banda Coldplay, Chris Martin, Ed Sheeran, One Direction, Paloma Faith, Ellie Goulding, Seal, Sam Smith, Sinéad O'Connor, Rita Ora, Emeli Sandé, Bastille, Olly Murs e os violinistas do grupo Clean Bandit, Neil Amin-Smith e Grace Chatto, sendo produzido por Paul Epworth. No início de dezembro de 2014, a banda irlandesa juntamente com Bruce Springsteen e Chris Martin (ambos substituindo Bono, devido o mesmo ter sofrido um acidente), realizaram um show surpresa na Times Square, em Nova Iorque, em celebração do Dia Mundial de Combate à AIDS.

Outros projetos

Os membros do U2 têm realizado uma série de projetos paralelos, às vezes em colaboração com alguns dos seus companheiros de banda. Em 1985, Bono gravou a canção "In a Lifetime", com a banda irlandesa Clannad. The Edge lançou um álbum solo para a trilha sonora do filme Captive, em1986, que incluiu a participação vocal por Sinéad O'Connor, que antecede o seu próprio álbum de estreia por um ano. Bono e The Edge escreveram a canção "She's a Mystery To Me" para Roy Orbison, que foi destaque em seu álbum, Mystery Girl, de 1989. Em 1990, Bono e The Edge forneceram a trilha sonora para o Royal Shakespeare Company London, na versão teatral de A Clockwork Orange (apenas uma faixa foi lançada, como B-Side do single de "The Fly").


Nesse mesmo ano, Mullen co-escreveu e produziu uma canção para a Seleção Irlandesa de Futebol na Copa de 1990, chamado "Put 'Em Under Pressure", que liderou as paradas musicais da Irlanda. Juntamente com The Edge, Bono escreveu a música "GoldenEye" para o filme do espião James Bond, GoldenEye de 1995, que foi executado pela Tina Turner. 


Clayton e Mullen retrabalharam na faixa-título do filme Mission: Impossible de 1996. Bono participou no vocal para a canção de Mick Jagger, "Joy", no seu álbum solo, Goddess In The Doorway de 2001. Bono também gravou uma reposição, quase um termo falado da versão do músico Leonard Cohen da canção "Hallelujah" para o álbum de tributo Tower Of Song de 1995. Além disso, em 1998, Bono colaborou com Kirk Franklin e Crystal Lewis (junto com os artistas R. Kelly e Mary J. Blige) para uma música gospel de sucesso, chamado "Lean On Me".


Além de colaborações musicais, a banda trabalhou com vários autores. O escritor americano William S. Burroughs teve uma aparição do videoclipe da canção "Last Night on Earth" pouco antes de falecer. Seu poema "A Thanksgiving Prayer" foi usada como imagens de vídeo durante a turnê da banda, Zoo TV. Outros colaboradores incluem William Gibson e Allen Ginsberg. No início de 2000, a banda gravou três canções para a trilha sonora do filme The Million Dollar Hotel, incluindo "The Ground Beneath Her Feet", que foi co-escrito por Salman Rushdie e motivados por seu livro de mesmo nome.

Bono em "Across The Universe".

Em 2007, Bono apareceu no filme Across The Universe de 2007 cantando as canções do Beatles. Em 2011, Bono e The Edge também escreveram e compuseram canções para a trilha sonora de Spider-Man: Turn Off the Dark de 2011. Além disso, The Edge criou a música-tema para a 1ª e 2ª temporada da série animada The Batman.

Legado

O U2 vendeu mais de 150 milhões de discos, inserindo-os entre os artistas que mais venderam discos de todos os tempos, com 51,5 milhões de unidades certificadas pela RIAA, sendo o 21º recordista de vendas de discos nos Estados Unidos. O quinto álbum de estúdio, The Joshua Tree de 1987, está classificado como um dos álbuns mais vendidos nos Estados Unidos, após ter vendido mais de dez milhões de cópias, e está também entre os álbuns mais vendidos do mundo, com vendas de 25 milhões de cópias. A revista Forbes estima que a banda ganhou US$ 78 milhões (de dólares) entre maio de 2011 e maio de 2012, tornando-se o quarto artista musical mas bem pago. A lista dos ricos do jornal The Sunday Times de 2013 estima a riqueza coletiva do grupo em mais de € 630 milhões de euros.

A banda recebendo o premio de melhor música original por
"Ordinary Love", trilha do filme Mandela.

A revista Rolling Stone classificou a banda como o 22º da lista dos "100 Maiores Artistas de Todos os Tempos", enquanto que o ranking de Bono está na 32ª posição, de melhor cantor e de 38º para The Edge, como melhor guitarrista. Em 2010, oito das canções do U2 apareceram na Rolling Stone, em sua lista atualizada das "500 Melhores Canções de Todos os Tempos", com "One" como o ranking mais alto, na 36ª posição. Cinco, dos doze álbuns de estúdio do grupo, foram classificados na lista de 2003, nos "500 Melhores Álbuns de Todos os Tempos" pela Rolling Stone com The Joshua Tree liderando o ranking mais alto, na 27ª posição.



Em uma pesquisa da revista Q, que nomeou o grupo como o de maior gesto dos últimos 25 anos em 2011. Em 2010, a VH1 classificou a banda na posição de número 19 na lista dos "100 Maiores Artistas Todos os Tempos". Achtung Baby na posição de número 63, War na posição de número 223, All That You Can't Leave Behind na posição de número 280, e Boy na posição de número 417. Refletindo sobre a popularidade da banda e o impacto mundial, Jeff Pollack, da The Huffington Post, disse: "Como The Who, antes deles, o U2 escreveu canções sobre coisas que foram importantes e ressoou com seu público".

A banda recebeu seu primeiro Prémio Grammy com The Joshua Tree em 1988, ganhando 22 no total, de 34 indicações, mais do que qualquer outra banda. Estes incluem o de "Melhor Performance de Rock por um Duo ou Grupo com Vocais", "Álbum do Ano", "Gravação do Ano" e "Melhor Álbum de Rock".



A Indústria Fonográfica Britânica, concedeu ao U2, sete Brit Awards, cinco dos quais estão de "Melhor Grupo Internacional". Na Irlanda, o U2 já ganhou 14 Meteor Music Awards desde que a premiação começou, em 2001. Outros prêmios incluem American Music Awards, quatro MTV Video Music Awards, onze Q Awards, dois Prêmios Juno, três NME Awards e dois Prémios Globo de Ouro. A banda foi introduzido no Rock And Roll Hall Of Fame no início de 2005. Em 2006, os quatro membros da banda receberam o Prémio ASCAP por escrever as canções, "I Still Haven't Found What I'm Looking For" e "Vertigo".

Apresentações no Brasil

Em 1998, a banda realizou seu primeiro show no Brasil durante a turnê Popmart Tour, executando três shows. O primeiro foi realizado no autódromo de Jacarepaguá, na cidade do Rio de Janeiro, com estimativa de 110 mil pessoas, em 28 de janeiro de 1998. Enquanto o segundo e último show da banda, foi apresentada no estádio Morumbi, localizado na cidade de São Paulo, em 30 e 31 de janeiro, respectivamente. Cerca de 250 mil pessoas acompanharam os shows. Em 2001, o U2 esteve no Brasil para um show fechado no Projac, para divulgação do álbum All That You Can't Leave Behind de 2000, que teve partes exibidas pela Rede Globo.



Em 2006, já pela turnê Vertigo Tour, o grupo retorna depois de cinco anos sem vir ao Brasil. A banda realizou dois concertos no estádio Morumbi, em São Paulo, nos dias 20 e 21 de fevereiro. A venda de ingressos para os shows brasileiros foi marcada pela desorganização dos promotores. No primeiro dia de venda de ingressos, somente para o primeiro dia de show, milhares de fãs gastaram até 12 horas na fila, mas poucos conseguiram comprar os bilhetes, e parte dos ingressos foi comprada por cambistas, que alugavam idosos, gestantes e pessoas com crianças de colo para entrar na fila preferencial. Os dois shows tiveram média de público de mais de 70 mil pessoas. O primeiro dos shows foi transmitido pela Rede Globo. Além dos shows, a passagem da banda pelo Brasil, incluiu uma visita de Bono ao ex-presidente Lula, em doação de uma guitarra ao programa fome zero, e a participação dos integrantes da banda no carnaval de Salvador, no camarote e trio elétrico Expresso 2222, do ex-ministro da Cultura, Gilberto Gil.


U2 com Gilberto Gil no camarote do Expresso 2222.

Em 2011, durante a U2 360° Tour, a banda apresentou-se nos dias 9, 10 e 13 de abril de 2011, novamente, no estádio Morumbi. Com um público de mais de 90 mil pessoas, Bono fez um discurso em homenagem às 12 crianças vítimas do massacre de Realengo em 2011, na Escola Municipal Tasso de Silveira, no Rio de Janeiro.



"Acendam seus isqueiros, liguem seus celulares, vamos homenagear essas crianças e suas famílias". Este foi o pedido de Bono, durante a finalização do primeiro show do U2, na canção "Moment of Surrender", enquanto uma lista dos nomes das 12 crianças vítimas do massacre apareciam no telão 360º de LED.
A banda de rock britânica Muse, que desde setembro de 2009 foi uma das principais bandas de abertura da turnê, foi responsável também, pela abertura dos três concertos no Brasil.    
                        

Bem pessoal, encerro aqui a história que o U2 criou nestes últimos 40 anos de existência da banda. Sim, 40 anos, pois quando Larry iniciou a banda, era início de 1976. Hoje, fevereiro de 2017, está quase completando mais um ano desta carreira de sucesso e glória para um grupo que surgiu pensando grande, mas que conquistou de maneira sutil cada um de seus fãs e mantém o foco naquilo em que eles querem mostrar ao seu público.

Testaram de maneira audaciosa o repertório, às vezes acertando, às vezes errando o alvo (seu público) com suas canções hora de raiz, hora vanguardista, visando o eletrônico. Mas não deixaram de manter sua essência, que são as letras de protesto, política, humanitárias.

Quanto ao futuro da banda, não posso prever, mas sei que se eles continuarem, irão nos surpreender com sua visionária forma de compor e misturar os elementos instrumentais que preenchem de maneira satisfatória, a função de um grupo musical, que é produzir músicas de qualidade para satisfazer seus numerosos e ansiosos fãs.

Curtam mais de U2 em: 




























domingo, 12 de fevereiro de 2017

U2 – A BANDA QUE COLOCOU A IRLANDA NO MAPA MUSICAL - PARTE 4



Olá galera que curte o Blog Opinião do Véio! Satisfação em saber que estão acompanhando a história dessa banda que mostra tantas facetas musicais, buscando vertentes ora tradicionais, ora de vanguarda.  Meu objetivo agora, é comentar um pouco sobre cada integrante da banda, o estilo musical que o U2 adotou e as letras e temas que são fortemente marcadas pela visão política, social e humanitária que a banda aprendeu a utilizar e a por em prática o que falam.

INTEGRANTES

Bono (Paul David Hewson, nascido em Dublin, em 10 de maio de 1960), é compositor, vocalista, ativista e filantropo, tocando instrumentos como violão, guitarra e gaita. É também co-fundador de organizações não governamentais, tais como o DATA, criado para fins de obtenção de igualdade e justiça na África através da anulação da dívida, ajuste comercial, para diminuição do HIV/AIDS na África e ONE Campaign, criado para o financiamento do governo para aumentar eficácia de programas de ajuda internacional.


Já escreveu canções de sucesso, como "I Still Haven't Found What I'm Looking For", "One", "Sometimes You Can't Make It On Your Own" (em consideração à morte de seu pai, Bob Hewson). Já foi nomeado para o Prêmio Nobel da Paz, sendo condecorado como cavaleiro pela rainha monarca Elisabeth II, nomeado como Pessoa do Ano, pela revista Time, entre outros prêmios e indicações. Está na 32ª posição, no ranking dos "100 Maiores Cantores" pela Rolling Stone.

The Edge (David Howell Evans, nascido em Londres, em 8 de agosto de 1961), é compositor e ativista, sendo o principal guitarrista do grupo, tocando guitarra elétrica, teclado, piano, baixo e backing vocal em diversas canções, como "Beautiful Day", "New Year's Day", "Stay (Faraway, So Close!)", "Stuck In a Moment You Can't Get Out Of", entre outras. 


Como vocal principal, canta nas canções "Van Diemen's Land" e "Numb", fazendo também projetos paralelos, como a composição da canção-tema, "GoldenEye", do filme GoldenEye (1995), com performance da cantora Tina Turner. É aclamado na 38ª posição na lista dos "100 Melhores Guitarristas de Todos os Tempos", pela revista Rolling Stone.

Adam Clayton (Adam Charles Clayton, nascido em Oxfordshire, 13 de março de 1960), é compositor, tocando baixo elétrico e sintetizador. Clayton é conhecido por seu baixo em hits como "New Year's Day", "With Or Without You", "Mysterious Ways", "Get On Your Boots" e "Magnificent". 


Clayton já trabalhou em vários projetos solos, como na canção-tema do filme Mission: Impossible (1996). Raras ocasiões, Clayton utiliza outros instrumentos musicais, como na canção "40" (tocando guitarra) e na canção "City Of Blinding Lights" (introdução da canção, nos teclados) e, nos vocais, durante o B-side da canção "Two Hearts Beat As One", "Endless Deep".

Larry Mullen Jr. (Lawrence Joseph Mullen Jr., nascido em Dublin, 31 de outubro de 1961), é compositor, cantor e ator, tocando instrumentos como bateria, percussão e sintetizador. 


É o fundador da banda, no período em que estudava em Dublin. Trabalhou em diversos projetos, incluindo uma colaboração para criar a banda Automatic Baby em 1993, com o ex-vocalista e ex-baixista da banda norte-americana R.E.M., Michael Stipe e Mike Mills, respectivamente, trabalhando também com Adam Clayton, na canção-tema do filme Mission: Impossible (1996).
Estilo musical
Instrumentação

Desde a sua criação, o U2 tem desenvolvido e mantido um som distintamente reconhecível, com ênfase e instrumentais melódicos e expressivos, maior em relação aos vocais. Esta abordagem tem suas raízes, em parte, a influência precoce do produtor de discos Steve Lillywhite, em um momento em que a banda não era conhecida pela seriedade musical. 


The Edge tem usado constantemente um eco rítmico e uma marca no delay para elaborar seu trabalho na guitarra, junto com uma influência irlandesa nos pedais tocados contra suas melodias sincopadas que, em última análise, produz um som bem definido, um som de carrilhão. Bono tem estimulado o seu falsete de voz operística e tem mostrado uma tendência notável para a lírica social, política e assuntos pessoais, mantendo uma escala grandiosa em sua composição. Além disso, The Edge descreveu o U2 como uma banda fundamentalmente ao vivo.


Apesar destas consistências amplas, o grupo introduziu elementos novos em seu repertório musical, com cada álbum novo. O som inicial do U2 foi influenciado por bandas como Television e Joy Division, sendo descrito como "contendo uma sensação de alegria", que resultou de The Edge "acordes radiantes" e um "vocal ardente" de Bono. O som do U2 começou com raízes do pós-punk, instrumentais minimalistas e menos complicada de ser ouvida em Boy (1980) e October (1981), evoluindo em War (1983) para incluir aspectos do rock, do funk, ritmo dance, para tornar-se mais versátil e agressivo. Boy e War foram rotulados como "forte e agressivo" pela revista Rolling Stone, influenciado em grande parte, pela produção de Lillywhite. 


The Unforgettable Fire (1984), que começou com The Edge tocando mais nos teclados do que na guitarra, bem como o acompanhamento de The Joshua Tree (1987), tinha Brian Eno e Daniel Lanois à frente da produção. Com sua influência, ambos os álbuns conseguiram uma textura variada. As canções de The Joshua Tree e Rattle And Hum (1988), colocou mais ênfase no ritmo inspirado de Lanois à medida que a mistura distinta de estilos e variados da música gospel e blues, resultou no fascínio crescente da banda com a cultura americana, pessoas e lugares. 


Na década de 1990, a banda reinventou-se quando eles começaram a utilizar sintetizadores, distorções, batida eletrônica e derivados do rock alternativo, música industrial, dance e hip hop em Achtung Baby, Zooropa (1993) e Pop (1997). Na década de 2000, havia uma banda com um som mais despojado, com um ritmo mais tradicional e o uso de sintetizadores e efeitos.

Letras e temas

O cenário social e político, muitas vezes embelezadas com imagens cristãs e espirituais, são aspectos importantes do conteúdo lírico da banda. Canções como "Sunday Bloody Sunday", "Silver and Gold" e "Mothers Of The Disappeared" foram motivados por acontecimentos atuais do tempo. O primeiro, foi escrito sobre o Conflito na Irlanda do Norte, enquanto que a terceira, diz respeito à luta de um grupo de mulheres cujos filhos foram mortos ou desaparecidos pelo governo durante a Guerra Civil de El Salvador.

A banda compondo com Daniel Lanois e Brian Eno.

A canção "Running To Stand Still" de The Joshua Tree, foi inspirado pelo vício em heroína que estava varrendo Dublin - a letra "I see seven towers, but I only see one way out" ("Eu vejo sete torres, mas vejo apenas uma saída"), refere-se à Ballymun Tower, do Norte de Dublin, e as imagens durante toda a canção, personifica as lutas do vício.


Os conflitos pessoais e turbulências foram inspirados nas canções "Mofo", "Tomorrow" e "Kite". Um desejo emocional ou súplica, frequentemente aparece como um tema lírico, em canções como "Yahweh", "Peace On Earth", e "Please". 


Grande parte da composição e músicas do U2 também é motivado por contemplações de perda e angústia, juntamente com esperança e resiliência, temas que são centrais em The Joshua Tree. Algumas dessas ideias líricas foram ampliadas por Bono e das experiências pessoais da banda durante a sua juventude na Irlanda, bem como a campanhas e ativismos mais tarde, em suas vidas. A banda têm usado turnês, tais como Zoo TV e Popmart Tour, para demonstrar as tendências sociais, tais como meios de sobrecarga e do consumismo, respectivamente.



Embora a banda e seus fãs muitas vezes afirmarem a natureza política de suas músicas, as letras e as canções do U2 têm sido criticadas como apolíticos, por causa de sua imprecisão e "imagens distorcidas", e a falta de qualquer referência específica a pessoas reais ou personagens. 

Bem galera, o que eu tinha para comentar era isso! Não tenhamos dúvida que as letras do U2 tem um conteúdo muito impactante, seja sobre um incidente, um fato histórico, um romance. As composições oscilam entre o sentimento, a política e a verve visionária da banda, que compôs muitos títulos com a finalidade de tocar/sensibilizar aquele que estivesse ouvindo suas canções.

Fiquem com mais de U2:




































quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

U2 – A BANDA QUE COLOCOU A IRLANDA NO MAPA MUSICAL - PARTE 3



Olá galera que curte o Blog Opinião do Véio! Agora vou comentar a carreira do U2 de 2000 a 2015, fase essa onde eles lançaram 04 álbuns oficiais, 03 coletâneas (“The Best Of 1990 – 2000”, “The Best Of 1990 – 2000 & B-Sides” e “U218 Singles”), 01 edição limitada (“Duals”), 04 Extended Plays (EPs), 09 álbuns ao vivo, 01 álbum de remixes (“Artificial Horizon’’), 07 DVDs, 02 filmes/documentários e 03 álbuns de trilha sonora: “The Million Dollar Hotel”, “Linear” e “Spider-Man: Turn Off The Dark”.

All That You Can't Leave Behind e
How To Dismantle An Atomic Bomb (2000 – 2006)

Após a recepção comparativamente pobre de Pop (1997), a banda declarou que eles "reaplicariam ao trabalho... de uma das melhores bandas do mundo", e desde então, têm perseguido por um som de rock mais convencional misturado por suas influências de suas explorações musicais na década de 1990. 

A capa do álbum de 2000.

O álbum All That You Can't Leave Behind foi lançado em outubro de 2000, e foi produzido por Brian Eno e Daniel Lanois. Para muitos que não foram conquistados pelas músicas do grupo nos anos 1990, considerou-se um retorno à graça. A Rolling Stone disse que era a "terceira obra-prima" do U2, ao lado de The Joshua Tree (1987) e Achtung Baby (1991). O álbum estreou na posição de número 1 em 22 países e seu single de sucesso mundial, "Beautiful Day", ganhou três Prémios Grammy.

O palco em forma de coração da Elevation Tour.

Para a Elevation Tour, o U2 realizou um ambiente em escala reduzida, retornando para arenas, depois de dez anos de produções em estádios. Um palco em forma de coração e uma rampa permitindo uma maior proximidade ao público. Após os ataques de 11 de setembro, o novo álbum ganhou uma ressonância adicionada, e, em outubro, o grupo realizou um concerto no Madison Square Garden, em Nova Iorque. Bono e The Edge disseram mais tarde que esses shows em Nova Iorque estavam entre suas performances mais memoráveis e emocionais. No início de 2002, a banda realizou um show durante o intervalo do Super Bowl XXXVI, onde homenagearam as vítimas dos ataques de 11 de setembro de 2001, que, de acordo com a Sports Illustrated, foi o melhor show de intervalo da história do Super Bowl.

O U2 durante o intervalo do Super Bowl XXXVI, no início
de 2002, homenageando as vítimas do 11 de setembro.

O álbum de estúdio seguinte, How To Dismantle An Atomic Bomb, foi lançado em novembro de 2004. A banda estava procurando um som de rock mais difícil de tocar do que All That You Can't Leave Behind (2000). Tematicamente, Bono afirmou que "muitas das canções, são hinos de ingenuidade, uma rejeição à sabedoria". O primeiro single, "Vertigo", foi apresentado na televisão em um comercial exibido internacionalmente pelo iPod da Apple, por um iPod especial do U2 e pela caixa especial The Complete U2 (2004), que foram lançadas como parte da promoção com a Apple. 

A capa do álbum de 2004.

O álbum estreou no número 1 nos Estados Unidos, onde as vendas da primeira semana foi o dobro das vendas de All That You Can't Leave Behind, estabelecendo um recorde para a banda. Afirmando-o como um dos concorrentes dos três melhores álbuns do U2, Bono disse: "Não há canções fracas. Mas, como um álbum, o todo não é maior que a soma de suas partes, e isso me irrita". 

Show da Vertigo Tour.

A Vertigo Tour contou com um setlist que variaram mais do que em datas de qualquer turnê da banda desde Lovetown Tour, e incluiu músicas não tocadas desde 1980. Como a Elevation Tour, a Vertigo Tour foi um sucesso comercial. O álbum e seus singles ganharam Prémios Grammy em todas as oito categorias em que o grupo foi nomeado. 
O filme 3D do concerto-filme, U2 3D, foi rodado em nove concertos durante a América Latina e na etapa australiana da Vertigo Tour, sendo lançado em 23 de janeiro de 2008.

Em agosto de 2006, a banda incorporou seu negócio editorial nos Países Baixos após o nivelamento da isenção dos artistas irlandeses no imposto de duzentos e cinquenta mil euros. The Edge afirmou que as empresas, muitas vezes, buscavam minimizar os seus encargos fiscais, movimento este criticado pelo parlamento irlandês. A banda disse que a crítica era injusta, afirmando que a aproximidade de 95% de suas atividades teve lugar fora da Irlanda, que fossem tributadas a nível mundial devido a isso, e que estavam "todos os investidores pessoais e empregadores no país". 


Em março de 2008, o U2 assinou um contrato de 12 anos com a Live Nation, no valor de cem milhões de dólares, o que inclui o controle da Live Nation sobre a mercadoria da banda, patrocínio e seu site oficial.

No Line On The Horizon (2007–2011)

A gravação para o décimo segundo álbum de estúdio do U2, No Line On The Horizon (2009), começou com o produtor Rick Rubin em 2006, mas as sessões foram de curta duração e o material foi arquivado. Em junho de 2007, a banda começou as novas sessões com Brian Eno e Daniel Lanois, que contribuíram não só como produtores, mas pela primeira vez com o U2, como compositores também. 

O álbum de 2009, em uma edição limitada.

A gravação continuou até dezembro de 2008 nos Estados Unidos, Reino Unido, Irlanda e Fez, no Marrocos, onde a banda explorou a música norte africana. Pretendia ser um trabalho mais experimental do que seus dois álbuns anteriores, sendo lançado em fevereiro de 2009, recebendo críticas positivas, incluindo a sua primeira revisão de cinco estrelas da Rolling Stone. Os críticos, no entanto, observaram que não era tão experimental como o esperado. O álbum estreou no número 1 em mais de 30 países, mas as vendas do álbum foram relativamente baixas para os padrões da banda e não continha um single de sucesso.


O grupo começou a U2 360° Tour em 2009. A turnê contou com a maior estrutura de palco em concertos, apelidado de "garra", e um de seus 360º de configuração de teste/audiência que os fãs eram permitidos cercar todos os lados do palco. A turnê visitou os estádios da Europa e Estados Unidos em 2009. No final do ano, a Rolling Stone disse que o U2 era um dos oito "Artistas da Década". A turnê da banda os classificou na segunda posição em total de concertos da década, atrás de The Rolling Stones, embora a banda tivesse um lucro significantemente superior em relação aos Stones. Eles foram a única banda do "top 25" da década de 2000, a vender por fora cada show que eles tocaram. 

A 360º Tour no Brasil.

O U2 retomou a 360º Tour em 2010, com as etapas na Europa, Austrália e Nova Zelândia. No entanto, sua aparência em manchete agendada ao Festival de Glastonbury 2010 e sua etapa norte-americana naquele ano, foram adiadas após uma lesão séria que Bono sofreu. Estas aparições foram reprogramadas para 2011, após a etapa sul-africana e América do Sul e do Festival de Glastonbury 2011. A turnê foi concluída em julho de 2011, com uma renda bruta de mais de 736 milhões de dólares, e um atendimento total de 7.268.430 espectadores, ambos os valores, recorde para uma única turnê. A revista Forbes estima que a banda ganhou 78 milhões de dólares, entre maio de 2011 e maio de 2012, tornando-se o quarto artista musical mais bem pagos.

Songs Of Innocence e Songs Of Experience 
(2013 - Presente)

Em novembro de 2013, o empresário de longa data da banda, Paul McGuinness, desceu de seu posto como parte de um acordo com a Live Nation, para adquirir sua empresa de gestão, Principle Management. McGuinness, que trabalhou por 35 anos com o grupo, foi sucedido por Guy Oseary. No fim de 2013, a banda interrompeu as gravações do 13º álbum de estúdio para gravar a canção "Ordinary Love", como parte da trilha sonora do filme Mandela: Long Walk To Freedom (2013), depois de receber um convite do produtor cinematográfico Harvey Weinstein. A faixa, escrita em homenagem a Nelson Mandela, ganhou o Prêmios Globo de Ouro para "Melhor Canção Original" de 2014. 

A capa do álbum em que o U2 participou com "Ordinary Love".

No início de 2014, em parceria com a organização não governamental, Red, também co-fundada por Bono, e com o Bank of America, a banda lançou a canção "Invisible". Divulgada inicialmente no intervalo do Super Bowl XLVIII, o trabalho foi disponibilizado gratuitamente para download por 36 horas no iTunes Store. Para cada download realizado, o Bank of America se comprometeu a doar um dólar para o combate o Fundo Global de Luta contra Aids, Tuberculose e Malária. Após o período para downloads, a iniciativa arrecadou cerca de 3 milhões de dólares.

Em 9 de setembro de 2014, a banda anunciou sem aviso prévio o lançamento do 13º álbum de estúdio, Songs of Innocence (2014), sendo anunciada em um evento da Apple, lançado no mesmo dia, gratuitamente aos clientes do iTunes. O lançamento fez o álbum disponível para mais de 500 milhões de clientes do iTunes em que o CEO da Apple, Tim Cook, afirmou que o álbum "seria o maior lançamento do álbum de todos os tempos". A Apple teria pago à Universal Music Group e ao U2 um montante fixo para um período de exclusividade de cinco semanas, e gastou 100 milhões de dólares americanos em uma campanha promocional.

A capa do álbum de 2014, que causou polêmica.

Produzido por Danger Mouse, Paul Epworth, Ryan Tedder, Declan Gaffney e colaborador de longa data, Flood, Songs of Innocence relembra a juventude dos membros do grupo na Irlanda, em homenagem a inspirações musicais, tocando as experiências de infância, amores e arrependimentos. Bono descreveu como "o álbum mais pessoal que eu escrevi". Parte da imprensa e os consumidores foram críticos na estratégia de divulgação, que envolveu a adição automática do álbum para as contas dos usuários do iTunes sem o seu consentimento. A turnê da banda foi interrompida, após Bono ficar gravemente ferido em um acidente de bicicleta no Central Park, em 16 de novembro de 2014, com fraturas no ombro, úmero, órbita, e no dedo mínimo. Na época, Bono afirmou que era incerto se ele poderia ou não, ser capaz de tocar guitarra novamente.

POLÊMICA NA RÚSSIA

Em abril de 2015, um político russo disse que a capa do disco Songs Of Innocence era propaganda gay à menores. De acordo com o site do jornal britânico The Guardian, Alexander Starovoitov, integrante do partido de direita LDPR, fez uma denúncia à Procuradoria-Geral para investigar a Apple, acusando a empresa de divulgar conteúdo ilegal a menores de idade.
A foto, tirada por Glen Luchford, traz Larry Mullen Jr., baterista da banda, junto ao filho dele, Aaron, que tem 18 anos. Na imagem, os dois aparecem sem camisa, se abraçando, com a cabeça de Mullen encostada na altura da barriga do filho.
As acusações de Starovoitov ainda incluem afirmações de que a capa que estampa o lançamento físico, e não o digital, feito pela Apple, promove o sexo entre homens e, de acordo com The Guardian, um advogado já chegou a anunciar que está pronto para processar a Apple pelos danos morais causados ao filho dele.

U2 Censurado: capa do álbum de 2014, encobrindo o rosto de Larry.

Na época do lançamento, o líder do U2, Bono, comentou a escolha da foto: “Sempre cultivamos a comunidade no U2, a reunião da família e dos amigos”. Songs Of Innocence é o disco mais íntimo que fizemos em todos os tempos.” Ele acrescentou: “Com este álbum, estamos buscando o bruto, o nu e o pessoal, para voltar ao essencial... abraçar a própria inocência é bem mais difícil do que se agarrar a outra pessoa”.
Agora, o U2 Songs (antigo U2 Wanderer), mostra que o U2 claramente está sendo censurado na Rússia com a capa do álbum. Uma embalagem diferente está sendo usada em Songs Of Innocence naquele país, trazendo um sticker com o desenho que simboliza o álbum (que é a tatuagem do ombro de Larry Mullen). Só que este sticker está sendo usado apenas para esconder parte da foto da capa, e foi colocado estrategicamente para cobrir Larry Mullen e descaracterizar a foto real.



A banda embarcou na turnê Innocence + Experience Tour em apoio ao álbum, dando início em 14 de maio de 2015. Composta por 76 shows, a turnê visitou arenas na América do Norte e Europa, entre maio a dezembro de 2015. O grupo estruturou seus concertos em torno de uma narrativa solta de "inocência" a passar para "experiência", com um setlist fixo de canções para o primeiro semestre de cada show, e uma segunda metade variável, separadas por um intervalo. 

A turnê Innocence + Experience em Paris.

No total, a turnê arrecadou mais de 152 milhões de dólares e mais de 1,29 milhões de bilhetes vendidos. Os dois shows de encerramento da turnê, em Paris, foram remarcadas propositalmente devido ataques de novembro de 2015 em Paris, sendo filmado para transmissão pela rede de televisão americana HBO.

Bem pessoal, como vocês puderam perceber, o U2 pode ter lançado apenas quatro álbuns oficiais, mas eles nunca pararam. Sua discografia incluiu nesse período a realização de nada mais que 17 (dezessete!!!!) álbuns, entre coletâneas, ao vivo e trilhas sonoras Com certeza, todos eles receberam o aval da banda para que pudessem chegar ao mercado musical. 

Fiquem com mais de U2 em:






































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