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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

U2 – A BANDA QUE COLOCOU A IRLANDA NO MAPA MUSICAL - PARTE 3



Olá galera que curte o Blog Opinião do Véio! Agora vou comentar a carreira do U2 de 2000 a 2015, fase essa onde eles lançaram 04 álbuns oficiais, 03 coletâneas (“The Best Of 1990 – 2000”, “The Best Of 1990 – 2000 & B-Sides” e “U218 Singles”), 01 edição limitada (“Duals”), 04 Extended Plays (EPs), 09 álbuns ao vivo, 01 álbum de remixes (“Artificial Horizon’’), 07 DVDs, 02 filmes/documentários e 03 álbuns de trilha sonora: “The Million Dollar Hotel”, “Linear” e “Spider-Man: Turn Off The Dark”.

All That You Can't Leave Behind e
How To Dismantle An Atomic Bomb (2000 – 2006)

Após a recepção comparativamente pobre de Pop (1997), a banda declarou que eles "reaplicariam ao trabalho... de uma das melhores bandas do mundo", e desde então, têm perseguido por um som de rock mais convencional misturado por suas influências de suas explorações musicais na década de 1990. 

A capa do álbum de 2000.

O álbum All That You Can't Leave Behind foi lançado em outubro de 2000, e foi produzido por Brian Eno e Daniel Lanois. Para muitos que não foram conquistados pelas músicas do grupo nos anos 1990, considerou-se um retorno à graça. A Rolling Stone disse que era a "terceira obra-prima" do U2, ao lado de The Joshua Tree (1987) e Achtung Baby (1991). O álbum estreou na posição de número 1 em 22 países e seu single de sucesso mundial, "Beautiful Day", ganhou três Prémios Grammy.

O palco em forma de coração da Elevation Tour.

Para a Elevation Tour, o U2 realizou um ambiente em escala reduzida, retornando para arenas, depois de dez anos de produções em estádios. Um palco em forma de coração e uma rampa permitindo uma maior proximidade ao público. Após os ataques de 11 de setembro, o novo álbum ganhou uma ressonância adicionada, e, em outubro, o grupo realizou um concerto no Madison Square Garden, em Nova Iorque. Bono e The Edge disseram mais tarde que esses shows em Nova Iorque estavam entre suas performances mais memoráveis e emocionais. No início de 2002, a banda realizou um show durante o intervalo do Super Bowl XXXVI, onde homenagearam as vítimas dos ataques de 11 de setembro de 2001, que, de acordo com a Sports Illustrated, foi o melhor show de intervalo da história do Super Bowl.

O U2 durante o intervalo do Super Bowl XXXVI, no início
de 2002, homenageando as vítimas do 11 de setembro.

O álbum de estúdio seguinte, How To Dismantle An Atomic Bomb, foi lançado em novembro de 2004. A banda estava procurando um som de rock mais difícil de tocar do que All That You Can't Leave Behind (2000). Tematicamente, Bono afirmou que "muitas das canções, são hinos de ingenuidade, uma rejeição à sabedoria". O primeiro single, "Vertigo", foi apresentado na televisão em um comercial exibido internacionalmente pelo iPod da Apple, por um iPod especial do U2 e pela caixa especial The Complete U2 (2004), que foram lançadas como parte da promoção com a Apple. 

A capa do álbum de 2004.

O álbum estreou no número 1 nos Estados Unidos, onde as vendas da primeira semana foi o dobro das vendas de All That You Can't Leave Behind, estabelecendo um recorde para a banda. Afirmando-o como um dos concorrentes dos três melhores álbuns do U2, Bono disse: "Não há canções fracas. Mas, como um álbum, o todo não é maior que a soma de suas partes, e isso me irrita". 

Show da Vertigo Tour.

A Vertigo Tour contou com um setlist que variaram mais do que em datas de qualquer turnê da banda desde Lovetown Tour, e incluiu músicas não tocadas desde 1980. Como a Elevation Tour, a Vertigo Tour foi um sucesso comercial. O álbum e seus singles ganharam Prémios Grammy em todas as oito categorias em que o grupo foi nomeado. 
O filme 3D do concerto-filme, U2 3D, foi rodado em nove concertos durante a América Latina e na etapa australiana da Vertigo Tour, sendo lançado em 23 de janeiro de 2008.

Em agosto de 2006, a banda incorporou seu negócio editorial nos Países Baixos após o nivelamento da isenção dos artistas irlandeses no imposto de duzentos e cinquenta mil euros. The Edge afirmou que as empresas, muitas vezes, buscavam minimizar os seus encargos fiscais, movimento este criticado pelo parlamento irlandês. A banda disse que a crítica era injusta, afirmando que a aproximidade de 95% de suas atividades teve lugar fora da Irlanda, que fossem tributadas a nível mundial devido a isso, e que estavam "todos os investidores pessoais e empregadores no país". 


Em março de 2008, o U2 assinou um contrato de 12 anos com a Live Nation, no valor de cem milhões de dólares, o que inclui o controle da Live Nation sobre a mercadoria da banda, patrocínio e seu site oficial.

No Line On The Horizon (2007–2011)

A gravação para o décimo segundo álbum de estúdio do U2, No Line On The Horizon (2009), começou com o produtor Rick Rubin em 2006, mas as sessões foram de curta duração e o material foi arquivado. Em junho de 2007, a banda começou as novas sessões com Brian Eno e Daniel Lanois, que contribuíram não só como produtores, mas pela primeira vez com o U2, como compositores também. 

O álbum de 2009, em uma edição limitada.

A gravação continuou até dezembro de 2008 nos Estados Unidos, Reino Unido, Irlanda e Fez, no Marrocos, onde a banda explorou a música norte africana. Pretendia ser um trabalho mais experimental do que seus dois álbuns anteriores, sendo lançado em fevereiro de 2009, recebendo críticas positivas, incluindo a sua primeira revisão de cinco estrelas da Rolling Stone. Os críticos, no entanto, observaram que não era tão experimental como o esperado. O álbum estreou no número 1 em mais de 30 países, mas as vendas do álbum foram relativamente baixas para os padrões da banda e não continha um single de sucesso.


O grupo começou a U2 360° Tour em 2009. A turnê contou com a maior estrutura de palco em concertos, apelidado de "garra", e um de seus 360º de configuração de teste/audiência que os fãs eram permitidos cercar todos os lados do palco. A turnê visitou os estádios da Europa e Estados Unidos em 2009. No final do ano, a Rolling Stone disse que o U2 era um dos oito "Artistas da Década". A turnê da banda os classificou na segunda posição em total de concertos da década, atrás de The Rolling Stones, embora a banda tivesse um lucro significantemente superior em relação aos Stones. Eles foram a única banda do "top 25" da década de 2000, a vender por fora cada show que eles tocaram. 

A 360º Tour no Brasil.

O U2 retomou a 360º Tour em 2010, com as etapas na Europa, Austrália e Nova Zelândia. No entanto, sua aparência em manchete agendada ao Festival de Glastonbury 2010 e sua etapa norte-americana naquele ano, foram adiadas após uma lesão séria que Bono sofreu. Estas aparições foram reprogramadas para 2011, após a etapa sul-africana e América do Sul e do Festival de Glastonbury 2011. A turnê foi concluída em julho de 2011, com uma renda bruta de mais de 736 milhões de dólares, e um atendimento total de 7.268.430 espectadores, ambos os valores, recorde para uma única turnê. A revista Forbes estima que a banda ganhou 78 milhões de dólares, entre maio de 2011 e maio de 2012, tornando-se o quarto artista musical mais bem pagos.

Songs Of Innocence e Songs Of Experience 
(2013 - Presente)

Em novembro de 2013, o empresário de longa data da banda, Paul McGuinness, desceu de seu posto como parte de um acordo com a Live Nation, para adquirir sua empresa de gestão, Principle Management. McGuinness, que trabalhou por 35 anos com o grupo, foi sucedido por Guy Oseary. No fim de 2013, a banda interrompeu as gravações do 13º álbum de estúdio para gravar a canção "Ordinary Love", como parte da trilha sonora do filme Mandela: Long Walk To Freedom (2013), depois de receber um convite do produtor cinematográfico Harvey Weinstein. A faixa, escrita em homenagem a Nelson Mandela, ganhou o Prêmios Globo de Ouro para "Melhor Canção Original" de 2014. 

A capa do álbum em que o U2 participou com "Ordinary Love".

No início de 2014, em parceria com a organização não governamental, Red, também co-fundada por Bono, e com o Bank of America, a banda lançou a canção "Invisible". Divulgada inicialmente no intervalo do Super Bowl XLVIII, o trabalho foi disponibilizado gratuitamente para download por 36 horas no iTunes Store. Para cada download realizado, o Bank of America se comprometeu a doar um dólar para o combate o Fundo Global de Luta contra Aids, Tuberculose e Malária. Após o período para downloads, a iniciativa arrecadou cerca de 3 milhões de dólares.

Em 9 de setembro de 2014, a banda anunciou sem aviso prévio o lançamento do 13º álbum de estúdio, Songs of Innocence (2014), sendo anunciada em um evento da Apple, lançado no mesmo dia, gratuitamente aos clientes do iTunes. O lançamento fez o álbum disponível para mais de 500 milhões de clientes do iTunes em que o CEO da Apple, Tim Cook, afirmou que o álbum "seria o maior lançamento do álbum de todos os tempos". A Apple teria pago à Universal Music Group e ao U2 um montante fixo para um período de exclusividade de cinco semanas, e gastou 100 milhões de dólares americanos em uma campanha promocional.

A capa do álbum de 2014, que causou polêmica.

Produzido por Danger Mouse, Paul Epworth, Ryan Tedder, Declan Gaffney e colaborador de longa data, Flood, Songs of Innocence relembra a juventude dos membros do grupo na Irlanda, em homenagem a inspirações musicais, tocando as experiências de infância, amores e arrependimentos. Bono descreveu como "o álbum mais pessoal que eu escrevi". Parte da imprensa e os consumidores foram críticos na estratégia de divulgação, que envolveu a adição automática do álbum para as contas dos usuários do iTunes sem o seu consentimento. A turnê da banda foi interrompida, após Bono ficar gravemente ferido em um acidente de bicicleta no Central Park, em 16 de novembro de 2014, com fraturas no ombro, úmero, órbita, e no dedo mínimo. Na época, Bono afirmou que era incerto se ele poderia ou não, ser capaz de tocar guitarra novamente.

POLÊMICA NA RÚSSIA

Em abril de 2015, um político russo disse que a capa do disco Songs Of Innocence era propaganda gay à menores. De acordo com o site do jornal britânico The Guardian, Alexander Starovoitov, integrante do partido de direita LDPR, fez uma denúncia à Procuradoria-Geral para investigar a Apple, acusando a empresa de divulgar conteúdo ilegal a menores de idade.
A foto, tirada por Glen Luchford, traz Larry Mullen Jr., baterista da banda, junto ao filho dele, Aaron, que tem 18 anos. Na imagem, os dois aparecem sem camisa, se abraçando, com a cabeça de Mullen encostada na altura da barriga do filho.
As acusações de Starovoitov ainda incluem afirmações de que a capa que estampa o lançamento físico, e não o digital, feito pela Apple, promove o sexo entre homens e, de acordo com The Guardian, um advogado já chegou a anunciar que está pronto para processar a Apple pelos danos morais causados ao filho dele.

U2 Censurado: capa do álbum de 2014, encobrindo o rosto de Larry.

Na época do lançamento, o líder do U2, Bono, comentou a escolha da foto: “Sempre cultivamos a comunidade no U2, a reunião da família e dos amigos”. Songs Of Innocence é o disco mais íntimo que fizemos em todos os tempos.” Ele acrescentou: “Com este álbum, estamos buscando o bruto, o nu e o pessoal, para voltar ao essencial... abraçar a própria inocência é bem mais difícil do que se agarrar a outra pessoa”.
Agora, o U2 Songs (antigo U2 Wanderer), mostra que o U2 claramente está sendo censurado na Rússia com a capa do álbum. Uma embalagem diferente está sendo usada em Songs Of Innocence naquele país, trazendo um sticker com o desenho que simboliza o álbum (que é a tatuagem do ombro de Larry Mullen). Só que este sticker está sendo usado apenas para esconder parte da foto da capa, e foi colocado estrategicamente para cobrir Larry Mullen e descaracterizar a foto real.



A banda embarcou na turnê Innocence + Experience Tour em apoio ao álbum, dando início em 14 de maio de 2015. Composta por 76 shows, a turnê visitou arenas na América do Norte e Europa, entre maio a dezembro de 2015. O grupo estruturou seus concertos em torno de uma narrativa solta de "inocência" a passar para "experiência", com um setlist fixo de canções para o primeiro semestre de cada show, e uma segunda metade variável, separadas por um intervalo. 

A turnê Innocence + Experience em Paris.

No total, a turnê arrecadou mais de 152 milhões de dólares e mais de 1,29 milhões de bilhetes vendidos. Os dois shows de encerramento da turnê, em Paris, foram remarcadas propositalmente devido ataques de novembro de 2015 em Paris, sendo filmado para transmissão pela rede de televisão americana HBO.

Bem pessoal, como vocês puderam perceber, o U2 pode ter lançado apenas quatro álbuns oficiais, mas eles nunca pararam. Sua discografia incluiu nesse período a realização de nada mais que 17 (dezessete!!!!) álbuns, entre coletâneas, ao vivo e trilhas sonoras Com certeza, todos eles receberam o aval da banda para que pudessem chegar ao mercado musical. 

Fiquem com mais de U2 em:






































domingo, 25 de setembro de 2016

O OUTRO LADO DO PINK FLOYD - PARTE 5 DE 5


Olá galera que curte o Blog Opinião do Véio! Nessa postagem comentarei sobre os últimos anos de convivência da banda, suas possíveis reuniões com todos os integrantes em harmonia e um impossível retorno do grupo completo com a morte de um dos componentes. Lembrando o que é óbvio, a importância que esta banda tem e terá junto ao cenário musical, o legado fortíssimo que  deixou e uma legião de fãs imensa por todo o planeta.

Últimos anos
Muitos fãs expressaram esperança de que a apresentação do Live 8 os levariam a uma turnê de reunião, e uma oferta que bateu recordes, de 250 milhões de dólares, foi oferecida para uma turnê mundial, mas a banda deixou claro que não existiam planos para tal. Nas semanas depois do show, no entanto, as rixas entre os integrantes pareciam ter amenizado. Gilmour confirmou que ele e Waters estavam em “termos amigáveis”, mas Waters teria apresentado comentários conflitantes desde então, com afirmações que variavam de “Eu posso rolar por um show, mas eu não poderia rolar por uma grande turnê” e “Eu espero nós o façamos de novo”. Mais tarde, sua afirmações indicavam seu desejo por tocar de novo, não por uma turnê, mas por um evento similar ao Live 8.
Em 31 de janeiro de 2006, David Gilmour apresentou uma afirmação em nome do grupo dizendo que não existiam planos para uma reunião, indo contra os rumores que a mídia fizera. Gilmour, mais tarde, afirmou numa entrevista ao La Repubblica, que ele terminou com o Pink Floyd e esperava focar-se em seus projetos solo e sua família. Ele mencionou que concordou tocar no Live 8 com Waters para apoiar a causa, para fazer as pazes com Waters e sabendo que ele se arrependeria se não o fizesse.
No entanto, ele afirmou que o Pink Floyd estava ansioso para tocar em um concerto “que apoiasse os acordos de paz de Israel e a Palestina”. Mais tarde, falando com a Billboard, Gilmour mudou sua opinião, dizendo que não sabia a verdadeira causa porque acabara com o Pink Floyd. Uma apresentação surpresa, pela formação do Pink Floyd pós Waters, com David Gilmour, Rick Wright e Nick Mason ocorreu na última apresentação de Gilmour no Royal Albert Hall, em 31 de maio de 2006, enquanto os três tocaram “Wish You Were Here” e “Comfortably Numb”.
Em 2007 foi o aniversário de 40 anos em que o Pink Floyd assinou com a EMI, e o aniversário de 40 anos do lançamento dos três primeiros singles “Arnold Layne”, “See Emily Play” e “Apples And Oranges” e do seu primeiro álbum The Piper At The Gates Of Down. Isso foi marcado pelo lançamento de uma edição limitada contendo mixagens estéreo e mono do álbum, além de faixas com os singles e gravações raras.

A capa da edição do 40º aniversário do 1º álbum lançado pela banda.

Em 10 de maio de 2007, Roger Waters tocou em um concerto em homenagem ao Syd Barrett no Centro Barbican em Londres. Isso foi seguido de uma apresentação surpresa pelo Pink Floyd pós Waters, com David Gilmour, Rick Wright e Nick Mason de “Arnold Layne”, para um estrondoso aplauso e uma ovação em pé. Mas esperanças de um próximo show de reunião com a formação clássica foi descartada quando Waters não tocou com o grupo. Roger Waters subiu ao palco aos gritos de “Pink Floyd!” ao qual ele respondeu: “Mais tarde”. Gilmour, Mason e Wright subiram ao palco aos gritos de “Roger Waters!”, ao qual Gilmour respondeu educadamente: “Yeah, ele esteve aqui também, agora o resto de nós”.
Mais tarde, Waters se tornou flexivelmente mais aberto para uma reunião com o Pink Floyd. Em uma entrevista em 2007, ele disse: “Eu não teria nenhum problema se o resto deles quisesse se juntar de novo. E isso nem precisaria acontecer para salvar o mundo. Isso poderia acontecer somente por ser divertido. E as pessoas adorariam”.

A reunião da banda em 2005.

Em 24 de setembro de 2007, Gilmour afirmou sobre uma futura reunião do Pink Floyd, de qualquer jeito, sendo ela com Roger Waters ou não. Ele disse: “Eu não sei porque eu gostaria de voltar atrás para aquela coisa antiga. É bastante retrogressivo. Eu quero olhar para a frente, e olhando para trás não é minha alegria”.
Em 10 de dezembro, no Reino Unido e 11 de dezembro, nos Estados Unidos, o Pink Floyd lançou um novo box, Oh, By The Way contendo todos os 14 álbuns de estúdio com suas respectivas atuais remasterizações, encarte original de vinil, mais encarte feito por Storm Thorgenson.

O box com os 14 álbuns lançado em 2007.

No dia 21 de maio de 2008, o Pink Floyd recebeu o prêmio Polar na cidade de Estocolmo, na Suécia. O júri declarou que sua decisão foi baseada na importância do Pink Floyd para a evolução da música popular, por uní-la à arte, em sua proposta experimental, e por seu sucesso em “capturar e formar reflexões e atitudes para toda uma geração”. O júri declarou ainda que a banda “inspirou e marcou o caminho para o desenvolvimento do rock progressivo”.
Em 15 de setembro de 2008, após uma curta batalha contra o câncer, morreu o tecladista e integrante fundador do Pink Floyd, Richard Wright, aos 65 anos de idade, conforme anunciou seu assessor.


Em julho de 2014, foi anunciado que os integrantes do Pink Floyd iriam editar em outubro de 2014 o novo álbum The Endless River, o primeiro dos últimos 20 anos. O novo álbum teria como base, material inédito registrado em 1994, durante as sessões de gravação do The Division Bell, por isso vocês encontrarão videos abaixo, gravados em 1993.
No dia 07 de novembro de 2014, o Pink Floyd lançou seu mais novo e último álbum The Endless River, encerrando suas atividades oficialmente logo após o lançamento do mesmo.

A capa do álbum de 2014.

Em agosto de 2015, David Gilmour confirmou à uma revista, que o grupo Pink Floyd acabou.
Legado, influências e espetáculos ao vivo
Vários artistas foram influenciados pelo trabalho do Pink Floyd: David Bowie citava Syd Barret como a sua maior inspiração. O guitarrista Steve Rothery, da banda Marillion citou o álbum Wish You Were Here como sua maior inspiração, enquanto o duo Pet Shop Boys prestou homenagem ao The Wall durante uma apresentação em Boston. Várias outras bandas foram influenciadas pelo Pink Floyd, entre elas estão Queen, Korn, Nine Inch Nails, Radiohead, Dream Theater, Porcupine Tree, The Mars Volta, Tool, Queensryche, 30 Seconds To Mars. Scissor Sisters, Rush, Gorillaz, Mudvayne, Primus e muitas outras bandas.


Há também inúmeras bandas que fizeram um tributo ao Pink Floyd. Em 11 de outubro de 2005, a banda de metal progressivo Dream Theater tocou o álbum inteiro The Dark Side Of The Moon em Amsterdã e duas semanas depois, em Londres. Por sua parte, Easy Star All-Starspostou um tributo ao Dark Side, com influências de reggae e hip-hop, intitulado Dub Side Of The Moon, enquanto a banda de heavy metal Ministry seguiu o exemplo, nomeando o seu disco de 1999 como Dark Side Of The Spoon.
O Pink Floyd sempre foi reconhecido pelos seus prodigiosos espetáculos ao vivo, que combinavam as mais modernas experiências visuais com a sua música, para criar um espetáculo onde os próprios artistas eram quase secundários. O Pink Floyd, nos seus primeiros tempos, foi uma das primeiras bandas a usar jogos de luzes próprios nos seus espetáculos, projetavam slides e filmes com formas psicodélicas numa grande tela circular.

Muitas luzes, ... 
Mais tarde foram adicionados aos espetáculos, efeitos especiais incluindo lasers, pirotecnia e balões gigantes. Bem, nessa categoria, um suíno gigante flutuava sobre o público durante a apresentação de “Pigs” do álbum Animals, onde tinha a obra de George Orwell, Animal Farm como inspiração.
... imagens e ....
O espetáculo mais elaborado montado pela banda foi o do The Wall, no qual um grupo de músicos contratados tocava a primeira música usando máscaras de borracha, provando assim, que os integrantes da banda não eram reconhecidos pelas suas personalidades individuais. Depois, um gigantesco muro era erguido, separando a banda do público e que no final do espetáculo era demolido por explosões. Este espetáculo foi recriado por Roger Waters em 1990, no meio das ruínas do Muro de Berlim. Convidando para o evento, músicos como Bryan Adams, Van Morrison, Scorpions, The Band, Joni Mitchell, Cyndi Lauper e Sinéad O’Connor.

... pirotecnia, faziam parte ...
Em um dos concertos aconteceu um fato curioso: durante a performance que encerrou o Festival de Artes e Música Coachella Valley, realizado em 27 de abril de 2008, no deserto a leste de Los Angeles, o porco inflável gigante, marca registrada do ex-lider do Pink Floyd, Roger Waters e que integrava as apresentações do Pink Floyd desde 1977, soltou-se das amarras e saiu voando sobre o público do festival, perdendo-se. 

O "porquinho" voador fujão.
Os organizadores ofereceram, na época, uma recompensa de 10 mil dólares e quatro ingressos vitalícios para quem o encontrasse e devolvesse.

... dos concertos do Pink Floyd.
Uma curiosidade: o Pink Floyd jamais se apresentou no Brasil. Roger Waters, em turnê solo, fez duas apresentações, a primeira em março de 2002 e a outra em 24 de março de 2007, onde se apresentou no estádio do Morumbi, em São Paulo. Com pouco mais de 40 mil fãs, Roger Waters abriu o show com  a tradicional “In The Flesh” do The Wall, acompanhado de fogos de artifício e um show de iluminação.
Após clássicos como “Shine On You Crazy Diamond” e “Wish You Were Here”, ele tocou “Sheep” e um porco voador rodeou o estádio e foi solto no céu noturno. Depois de um intervalo de dez minutos, Roger voltou para tocar o álbum The Dark Side Of The Moon.
Também houve um show com cerca de 33 mil fãs, no Rio de Janeiro, na Praça da Apoteose, também com o álbum The Dark Side Of The Moon e finalizando o show com a música “Another Brick In The Wall”.

Em 2012, Roger Waters esteve no Brasil com a turnê The Wall, onde fez três shows. O primeiro show foi em Porto Alegre no Estádio Beira-Rio, no dia 25 de março, depois o músico seguiu para o Rio de Janeiro, onde se apresentou no Estádio olímpico João Avelange, em 29 de março e em seguida apresentou-se em São Paulo, no Estádio do Morumbi, nos dias 1º e 03 de abril.
Roger Waters dedicou os três shows que fez ao brasileiro Jean Charles, morto por policiais britânicos em Londres, no ano de 2005, ao ser confundido com um terrorista. “Gostaria de dedicar este concerto a Jean Charles, sua família e sua luta por verdade e justiça”.


No dia 03 de setembro de 2015, Gilmour anunciou em sua página no Facebook três shows no Brasil para o mês de dezembro, nos dias 12, 14 e 16, respectivamente em São Paulo no Allianz Parque, em Curitiba na Pedreira Paulo Leminski e Porto Alegre na Arena do Grêmio. Os shows tinham como objetivo a divulgação do novo trabalho, seu quarto álbum Rattle That Lock e reuniram juntos, mais de 100 mil pessoas.
Bem pessoal, era isso que eu tinha para comentar com vocês sobre essa banda que, com certeza marcou a vida de muitas pessoas, além de ter aquela música que a gente adora ouvir e tentamos fazer com que os mais novos curtam e acabem gostando também. Sempre haverá um The Other Side Of Pink Floyd, principalmente porque os três integrantes ainda estão por aí, gerando uma possibilidade infinita de uma possível reunião e outras histórias que ainda virão à tona. Um abraço e até a próxima postagem sobre os irlandeses do U2. Curtam mais de Pink Floyd em:
























































sábado, 24 de setembro de 2016

O OUTRO LADO DO PINK FLOYD - PARTE 4 DE 5



Olá galera que está curtindo o Blog Opinião do Véio! Agora vou comentar a quarta parte sobre a história do Pink Floyd, num período em que as ideias de Rogers Waters já não faziam mais parte integral da banda, mas apenas sua linha de raciocínio.

O Pink Floyd em 1987.

Era Gilmour: 1987 – 1995
Em dezembro de 1985, Waters anunciou que estava saindo do Pink Floyd e descreveu a banda como “uma força criativa desgastada”, embora em 1986 Gilmour e Mason começassem a gravar um novo álbum para o Pink Floyd. Ao mesmo tempo, Roger Waters estava trabalhando em seu outro álbum solo, chamado Radio K.A.O.S. (1987). Uma disputa legal foi iniciada por Waters, reivindicando que o nome “Pink Floyd” deveria ser colocado de lado, mas Gilmour e Mason seguraram sua convicção de que eles tinham direitos legais para continuar com o nome oficial. O processo acabou se acertando por um acordo fora dos tribunais.
Depois de se considerar e rejeitar muitos títulos, o novo álbum foi lançado como A Momentary Lapse Of Reason (1987), que alcançou o 1º lugar, tanto no Reino Unido como nos Estados Unidos. Sem Waters, que foi dominantemente o letrista da banda por uma década, a banda recebeu ajuda de escritores de fora. Como o Pink Floyd nunca havia feito isso antes, exceto pelas contribuições orquestrais com Geesin e Ezrin, essa atitude recebeu muitas críticas. Ezrin, que renovou a sua amizade com Gilmour em 1983 quando co-produziu o álbum About Face, tanto co-produziu como foi um dos escritores, além de Jon Carin, que escreveu a letra de “Learning To Fly” e tocou teclado em várias músicas do álbum.

Capa do álbum de 1987.

Wright também retornou, e inicialmente foi colocado como um músico assalariado durante as finalizações das gravações, se juntando oficialmente à banda em sua nova turnê. Mais tarde, Gilmour admitiu que Mason e Wright tiveram pouca participação no álbum. Por causa das poucas contribuições de Mason e Wright, alguns críticos dizem que A Momentary Lapse Of Reason deveria ser considerado como um trabalho solo de Gilmour, do mesmo jeito que The Final Cut seria um trabalho solo de Waters.

O álbum ao vivo, de 1988.

Um ano depois, a banda lançou o álbum ao vivo Delicate Sound Of Thunder (1988) e mais tarde gravou instrumentais para um filme clássico de corrida, chamado  La Carrera Panamericana, filmado no México e com Gilmour e Mason participando como motoristas. Durante a corrida, Gilmour, como motorista, e o agente Steve O’Rourke como seu guia, bateram. O’Rourke teve sua perna quebrada, mas Gilmour saiu somente com alguns arranhões. 



Os instrumentais são muito bons, por incluírem o primeiro material do Pink Floyd co-escrito por Wright desde 1975, tanto como o único material co-escrito por Mason desde The Dark Side Of The Moon.
Em 1992 eles lançaram o box Shine On. A caixa contendo 9 CDs incluía relançamentos dos álbuns de estúdio, A Saucerful Of Secrets (1968), Meddle (1971), The Dark Side Of The Moon (1973), Wish You Were Here (1975),  Animals (1977), The Wall (1979) e A Momentary Lapse Of Reason (1987). Um disco bonus chamado The Early Singles também foi incluso. O encarte incluía caixa que permitia que os álbuns ficassem em pé juntos, formando a capa do The Dark Side Of The Moon.


O box de 1992.

O texto circular de cada CD inclui as palavras praticamente ilegíveis “The Big Bong Theory”. Nesse mesmo ano, ocorreu o lançamento do álbum solo Amused To Death, de Waters. A gravação seguinte da banda foi o The Division Bell de 1994, que contém muito mais trabalho em grupo que o A Momentary Lapse teve, com Wright reinstalado como um integrante oficial do grupo. O álbum foi melhor recebido pelos críticos e fãs do que o A Momentary Lapse, mas foi intensamente criticado como cansativo e feito sob fórmulas. Este foi o segundo álbum a chegar ao 1º lugarem ambas as paradas do Reino Unido e dos Estados Unidos.


O álbum de 1994.

The Division Bell foi outro álbum conceitual, de alguns jeitos representando a visão de Gilmour nos mesmos temas que Waters discutiu em The Wall. O título foi sugerido para Gilmour pelo seu amigo Douglas Adams. Várias das letras foram co-escritas pela namorada de Gilmour na época, Polly Samson, com quem ele casou logo depois do lançamento do álbum. Além de Polly, o álbum conteve a colaboração de Anthony Moore, que co-escreveu letras para várias músicas do álbum anterior e dividiu composição com Wright, qu teve sua primeira música em que teve voz principal desde The Dark Side..., em “Wearing The Inside Out”. As colaborações de Moore nas composições continuou em praticamente todas as músicas do álbum solo de Wright, Broken China.


A capa do álbum ao vivo de 1995.

A banda lançou o álbum ao vivo Pulse em 1995. Este álbum chegou ao 1º lugar nas paradas dos Estados Unidos e contém músicas que foram gravadas durante a turnê do The Division Bell no Earls Court, em Londres. O concerto do The Division Bell é uma mistura do clássico e do Pink Floyd moderno. O concerto em Earls Court marcaria a primeira vez que a banda tocou inteiramente o The Dark Side Of The Moon em duas décadas.
Versões de VHS e Laserdisc do concerto do dia 20 de outubro de 1994, também foram lançadas. Uma versão de DVD foi lançada em 2006 e rapidamente entrou nas paradas. A caixa de CD de 1994 tinha um LED, o que fazia com que o ponto vermelho piscasse (pulsasse) uma vez por segundo, como uma batida de coração. Mais tarde, em 1995, a banda recebeu seu primeiro e único prêmio Grammy para Melhor Performance de Instrumental de Rock com “Marooned”.
Trabalho solo e mais: 1995 – presente
Em 17 de janeiro de 1996, a banda foi indicada ao Hall da Fama do Rock And Roll pelo líder da banda Smashing Pumpkins, Billy Corgan. Roger Waters não compareceu, ainda sendo contraseus antigos parceiros de banda. No seu discurso de entrada, Gilmour disse: “Eu terei que pegar um pouco mais desse para nossos dois integrantes que começaram a tocar em diferentes tons, Roger e Syd...”. Apesar de Mason estar presente quando aceitaram o prêmio, ele não se juntou a Gilmour, Wright e Billy Corgan para a sua performance acústica de “Wish You Were Here”.


Capa do álbum ao vivo da turnê de 1980 - 81, lançado em 2000.

Uma gravação ao vivo de The Wall foi lançada em 2000, reunida de shows de Londres em 1980 e 1981, com o nome de Is There Anybody Out There? The Wall Live 1980 – 1981. Este álbum chegou ao 1º lugar nas paradas dos Estados Unidos. Em 2001, um disco duplo com as músicas mais conhecidas da banda, chamado de Echoes: The Best Of Pink Floyd, foi lançado.


Capa da coletânea de 2001.

Gilmour, Mason, Waters e Wright colaboraram na edição, sequenciação e seleção das músicas para as faixas. Pequenas controvérsias foram porque as músicas não seguiram uma ordem cronológica e apresentaram material fora do contexto dos álbuns originais. Algumas das músicas como “Echoes”, “Shine On You Crazy Diamond”, “Sheep”, “Marooned” e “High Hopes” foram editadas, ou seja, tiveram seções substancialmente retiradas. O álbum chegou ao 1º lugar das paradas do Reino Unido e dos Estados Unidos.



Em 2003, um relançamento do álbum The Dark Side Of The Moon em SACD foi feito, com novo encarte e capa.


The Dark Side Of the Moon em SACD.

(Vou abrir outro grande parêntese, só que desta vez para explicar o que nem eu tinha ouvido falar: Super Audio CD (SACD) é um disco áudio óptico apenas de leitura desenvolvido com o objetivo de disponibilizar uma maior fidelidade na reprodução de áudio digital, superando a reprodução do tradicional CD. Introduzido no mercado em 1999, foi desenvolvido pela Sony e Philips, as mesmas companhias que criaram o CD. Compete com o DVD-Áudio, mas os dois formatos NUNCA se popularizaram no mercado de massa sendo restritos à entusiastas de áudio (audiófilos).



Há uma guerra de formatos entre o Super Áudio CD e o DVD-Áudio. Outro desafio é o formato DualDisc. Neste momento o SACD tem um grande interesse por parte dos audiófilos, mas ainda tem pouca aceitação por parte do mercado de massas. Em maio de 2005, havia aproximadamente 3.000 SACD editados, 40% dos quais são de música clássica. 


Um SACD player da Pioneer. 

Contudo, alguns dos álbuns mais populares foram editados neste formato, onde se incluem a maioria dos álbuns de Peter Gabriel, Bob Dylan e The Greatfull Dead, o clássico The Dark Side Of The Moon (The 30th Anniversary Edition), do Pink Floyd, o álbum A New Day Has Come da cantora Céline Dion e Avalon (The 21st Anniversary Edition) do Roxy Music, também de 2003. Os dois últimos foram editados em SACD para tirar partido das capacidades do formato Multi-Canal. Ambos foram remasterizados em 5.1 surround (deixando a mixagem estereofônica original intacta), e editados como SACDs híbridos, não para se submeterem ao seu principal rival em Multi-Canal, o DVD-Áudio, mas para incentivar os compradores a trocarem o CD pelo SACD. 



O seu rival, o DVD-Áudio, tem os seus próprios álbuns de interesse não editados em SACD, pela mesma razão. Fazem parte destes álbuns The Game e A Night At The Opera, do Queen, Hotel California do The Eagles, Rumours do Fleetwood Mac entre outros. Pelo que pude entender na informação, o sistema existe até hoje, mas o mercado é restrito apenas para aqueles que apreciam um sistema de qualidade perfeita e aparentemente, nada barata.) Fim do parêntese.
O livro de Nick Mason, Inside Out: A Personal History Of Pink Floyd, foi publicado em 2004 na Europa e em 2005 nos Estados Unidos. Mason fez aparições públicas promovendo seu livro, em algumas cidades da Europa e dos Estados Unidos, dando entrevistas e autografando livros. Alguns fãs disseram que ele preferia estar em turnê com a banda do que uma turnê com o livro.
O agente do Pink Floyd de muitos anos, Steve O’Rourke faleceu em 30 de outubro de 2003. Gilmour, Mason e Wright se reuniram no seu funeral e tocaram “Fat Old Sun” e “The Great Gig In The Sky” na Catedral de Chichester, como homenagem. Dois anos depois, em 02 de julho de 2005, a banda se reuniu uma vez mais, em uma performance em Londres no Live 8.
Desta vez, no entanto, eles se juntaram com Waters, a primeira vez que todos os quatro integrantes estiveram reunidos no palco em 24 anos. A banda tocou um set de quatro músicas: “Speak To Me / Breath / Breath (Reprise)”, “Money”, “Wish You Were Here” e “Comfortably Numb”, com Gilmour e Waters dividindo os vocais. No final da performance, Gilmour agradeceu: “Muito obrigado, boa noite” e começou a sair do palco. Waters chamou ele de volta, e então a banda deu um abraço coletivo, que se tornou uma das imagens mais famosas do Live 8.


O quarteto, na reunião do Live 8.

Na semana depois do Live 8, houve um renascimento em interesse sobre o Pink Floyd. De acordo com a cadeia de empresas HMV, as vendas de Echoes: The Best Of Pink Floyd aumentaram em 1343%, enquanto o Amazom.com constatou aumento das vendas do The Wall em 3600%, Wish You Were Here em 2000%, The Dark Side Of The Moon em 1400% e Animals em 1000%. Logo em seguida, David Gilmour declarou que ele doaria a sua parte dos lucros desse aumento para caridade, e incentivou todos os outros artistas e gravadoras que se envolveram com o Live 8 a fazerem o mesmo.
Em 16 de novembro de 2005, o Pink Floyd foi indicado no Hall da Fama da Música do Reino Unido por Pete Townshed, do The Who. Gilmour e Mason compareceram pessoalmente, explicando que Wright estava num hospital devido a uma cirurgia no olho e Waters apareceu numa transmissão via satélite, de Roma.



O quarteto em 2005.

David Gilmour lançou seu terceiro álbum solo, On Na Island, em 06 de março de 2006 e começou uma turnê de pequenos shows na Europa, Canadá e Estados Unidos. Com a banda estavam juntos Richard Wright e, muitas vezes para o bis, Nick Mason. Durante a turnê, ele tocou o primeiro single do Pink Floyd, “Arnold Layne”. Waters foi convidado para se juntar a ele em Londres, mas os últimos ensaios para sua turnê de 2006 o fizeram recusar. Mason se juntou a Waters em 29 de junho de 2006, na segunda metade do show em Cork na Irlanda, onde ele tocou todo o The Dark Side Of The Moon.
Waters e Wright trabalharam ambos em álbuns solo, e haviam rumores que Waters estava fazendo uma versão musical para a Broadway de The Wall, com músicas extras escritas por ele. Waters também embarcou em sua turnê mundial The Dark Side Of The Moon Live Tour, e o repertório consistiu no The Dark Side Of The Moon inteiro, junto com algumas músicas selecionadas do Pink Floyd e algumas poucas da carreira solo de Waters.
Waters também contribuiu com a música “Hello (I Love You)”, co-escrita por Howard Shore, para o filme de 2007, A Chave do Universo (The Last Minzy). Waters teve sua ópera Ça Ira executada no Brasil durante o 12º Festival de Ópera de Manaus, com espetáculos nos dias 15, 22 e 24 de abril de 2008. Durante o espetáculo do dia 15, Waters esteve presente.    


O filme que teve a colaboração da música de Roger Waters.

Bem galera, era isso que eu tinha para comentar nessa quarta e penúltima parte sobre a vida de cada membro do Pink Floyd, sua história e fatos relevantes, suas ideias, criatividade e decisões que tomaram rumos que comentarei na quinta e última parte de The Dark Side Of Pink Floyd. Curtam mais de Pink Floyd em: 


































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